06 janeiro 2006

Má que cosa!!!!!!!


Olá figuras.
Aguardo com ansiedade a nossa reunião de avaliação de amanhã. Andei fazendo um balanço pessoal esses dias. Ou foi um delírio provocado pela canseira ou cheguei à serena conclusão de que tem sido um prazer trabalhar com todos vocês. Durante todos esses dias não vi um único sinal que denotasse o mais leve traço de falta de compromisso de todos os integrantes da nossa equipe. Pelo contrário: todos têm se portado como guerreiros devotados e incansáveis e eu me sinto como o orgulhoso pajem de uma legião de escudeiros.
Hoje fomos ao Embu – eu, o Renato, o Luis e o Marciel. Ainda não foi dessa vez que vimos os equipamentos de rádio. A coisa começa a assumir ares picarescos. E se Deus resolveu quebrar o tédio de um paraíso de virgens arpejantes e tramou o roteiro de uma refilmagem d’O incrível exército de Brancaleone???? Cruz-credo. Meu pezim de arruda ta só o talo!!! Aconteceu o seguinte: pela manhã eu estava às voltas com as últimas revisões dos roteiros das semanas três e quatro. Liguei para o coordenador geral do proeto pela duzentézima-nonagésima-oitava vez e pedi para ele telefonar para a empresa que entregaria os equipamentos perguntando se eles realmente entregariam os equipamentos às três da tarde. Ainda esperando pela resposta que tardava, parti para o Embu. Buzão na Francisco Morato anunciando destino rumo ao Embu tem às pencas, mas uns vão pra Pirajussara, outros para o Engenho-não-sei-das-quantas... Depois de entrar e sair de uns cinco, aboletei-me no seguinte, disposto a tomar o cobrador como refém e obrigar o motorista a me levar até o Embu. Acho que ele pressentiu as minhas intenções homicidas e me levou até o Centro Velho. Cheguei. Chegaram também o Luis, o Marciel, o Renato. O equipamento é que não chegou, nem às três, nem às quatro, nem às cinco, nem às seis... Por telefone o Nilton descobriu que eles estavam a caminho, saindo de algum lugar na zona leste de São Paulo. O prédio já estava quase vazio. Explicaram-nos que estavam temerosos de serem assaltados novamente e que era melhor deixar tudo para outro dia. Para não perder a viagem, instalamos senhas de administrador em oitenta computadores (para evitar que as “crianças” baixem vídeo-games na hora das atividades de laboratório). O Nilton mandou que o caminhão voltasse do meio do caminho para o cafundó de onde tinha saído. E nós voltamos para casa, não sem antes fazer jus ao Rodo-anel – demos umas três voltas nele antes de encontrar a entrada para a Raposo Tavares.
E agora aqui estou eu, esse pajem escriba que fará muito bem se deixar de escrever asneiras e for reformular o roteiro da atividade de rádio para remediar a falta de equipamentos.
Abraço a todos,
Té manhã.
Robson.

1 Comments:

Blogger batata said...

Caro Escriba D'Embu,

Não deixe nunca de escrever suas asneiras - nem mesmo por causa dos roteiros - carne-seca precisa vir acompanhada de refresco.

Abraços - para todos deste "Incrivel Exército".

13 janeiro, 2006 15:55  

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