28 janeiro 2006

Descobrir o mundo no centro de Embu

Mais um dia de produção radiofônica. E que tal inovarmos? O que acham de conversarmos com pessoas diferentes, conhecermos o trabalho e a história delas? Enquanto alguns deles ainda acordavam, ouvi um “oba” baixinho, feminino, vindo do fundo da sala.

Com todos os roteiros em mãos, descemos para o centrinho de Embu das Artes. “Posso dar a mão? Eu fico nervosa de andar sozinha. Minha perna treme”, me pergunta Eliana, uma cursista mais que especial. “Claro. Eu tava mesmo querendo dar a mão, mas estava com vergonha de te pedir” respondo, enquanto ela ri baixinho. E assim, de mãos dadas, caminhamos ao nosso destino. O momento era especial – podíamos compartilhar sonhos e descobertas. E, de mãos dadas, comecei a conhecer o mundo de alguns deles.

- Você vai à escola, Eliana?
- Vou sim. Na escola especial. De tarde. Mas eu não entendo muita coisa.
- E você tem um sonho?
- Ahhhh... eu sei só um nome. Eu queria mesmo é saber o nome todo. E fazer continha de mais. Mas a professora disse que minha letra é feia. E eu fico nervosa.
- Se tiver confiança em mim eu posso te ensinar.
- Amanhã. Ou outro dia. É que minha mão fica molhada.

A outra mão vazia, logo encontrou um companheiro: “Eu sei fazer continha de mais. Olha só: dois mais dois dá quatro”, me ensinou o Eliton, outro ser mais que especial. “Eu sei contar até oito. E eu posso ensinar você, Eliana”.

E como o tempo passou voando... logo estávamos todos, em frente ao museu. Roteiros, gravadores, cada grupo responsável por uma rua e... foi dada a largada! Acompanhei de longe, fotografando e testemunhando os gaguejos, a vergonha, o branco na hora de fazer a pergunta ao policial militar, a frustração com as respostas monossilábicas.

Hora de voltarmos. E encontrei a autora do “oba” sentada na praça, sozinha, querendo compartilhar o vivido:

- Eu nunca tinha vindo aqui. E nunca, na minha vida inteira, entrei num museu. Foi a primeira vez.
- Mas Elisângela, deixaram você entrar no museu?
- Eu pedi licença e por favor. A moça deixou. Entrei em três museus. (apontando as galerias)
- E como foi?
- Nossa, eu vi as coisas mais lindas do mundo. Cada quadro, cada coisa. Tudo tão colorido. Eu só tinha visto no livro. Eu queria ficar ali pra sempre.
- E o que você sentiu?
- Eu queria voar. E lembrei da minha mãe. Eu queria que ela também estivesse aqui, vendo tudo isso. Ela ia enlouquecer.

Olhos mareados. Hora de voltar. Deixamos o centrinho de Embu com a certeza de que um novo mundo havia sido revelado. Dois dias depois, na hora do intervalo, ouço baixinho: “Eu confio em você. Eu quero aprender o nome todo”. E logo estávamos lado a lado, mãos dadas, escrevendo juntas “o nome todo”. Depois das primeiras tentativas, a mão já não treme mais e o suor diminuiu. E vamos descobrindo as primeiras letras. “Pra eu voltar pra escola e mostrar pra professora que minha letra é linda sim. E que eu sei sozinha as continhas de mais”.

Vanessa Pipinis

Trecho de artigo publicado na revista Exame


(...)

Há inúmeras maneiras de falar na internet, mas nenhuma é tão poderosa e tão revolucionária como o blog. Em pouco mais de três anos, a tecnologia passou de um hábito adolescente para um fenômeno mundial. Em menos de 10 minutos e sem gastar nada, qualquer pessoa pode criar um blog e começar a falar para todo o planeta. É por isso que os números não param de crescer. Existem 34 milhões de blogs no mundo. Todos os dias, 70 000 novos diários online são criados e, a cada minuto, 500 deles são atualizados. Mães falam do bebê recém-nascido, estudantes reclamam dos professores, aspirantes a escritor publicam poesias, prostitutas relatam sua rotina e, por que não?, presidentes de empresas falam de negócios. (...)

A voz do povo
Milhões de pessoas publicam diariamente suas idéias e opiniões em páginas pessoais. Veja o poder da rede:
Existem 34 milhõesde blogs em todo mundo
A cada dia, 70 000 novos blogs são criados
A cada minuto, 500 novas mensagens são publicadas
A audiência já passa de 50 milhões de pessoas, ou 11% dosinternautas do planeta
No Brasil, 37% dos internautas lêem blogs regularmente
Os brasileiros passam 20% do seu tempo de navegação visitando blogs e comunidades virtuais
Fontes: Technorati e Ibope/NetRatings

http://portalexame.abril.uol.com.br/edicoes/860/tecnologia/conteudo_115319.shtml

Dúvidas que encontrei embaixo do meu chapéu

Perguntar não ofende: será mesmo possível essa coisa de “comunidade virtual”? A Internet pode, de fato, ser um instrumento de interação entre pessoas? Haverá estabilidade suficiente na relação interpessoal que se estabelece em espaços virtuais? Esta relação pode de fato ter um caráter dialógico, dinâmico e fluido, capaz de retro alimentar o desejo de comunicação dos protagonistas? Quais as dificuldades que se opõem à consolidação dessa relação: o distanciamento cada vez maior dos indivíduos em relação à comunicação por via da escrita? A ansiedade gerada pelo fluxo multimidiático de informações que impõe um fluxo acelerado ao qual a escrita não é capaz de acompanhar? A prioridade conferida às relações presenciais mediadas pela oralidade?
Acho que uma última pergunta resume tudo: qual o sentido de propor a jovens carentes (cultural e materialmente) que utilizem a Internet como meios de expressão e comunicação?
Só queria deixar essa questão para o debate – se for de fato possível haver debate dessa maneira.
Abraço a todos,
Robson.

27 janeiro 2006

Deu no Bocada

Bocada Forte e o Projeto Geração Cidadã
20/1/2006 12:17:05

A equipe editorial do site Bocada Forte foi convidada a palestrar para cerca de dois mil jovens que participam do projeto Geração Cidadã. O projeto é uma versão do Consórcio Social da Juventude, que é financiado pelo Mistério do Trabalho e Emprego.Participam jovens carentes dos municípios de Embu das Artes, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Taboão e Embuguaçu e seu objetivo é capacitar jovens para o seu primeiro emprego. O convite partiu do Núcleo de Comunicação e Educação da USP (Universidade de São Paulo), instituição que participa do projeto ministrando as atividades que envolvem a produção de rádio e de blogs pelos jovens.Segundo depoimentos de um dos coordenadores do trabalho do NCE no projeto, Róbson Braga, nossa participação deve-se ao fato de que o Bocada Forte é visto como "uma das mais bem sucedidas experiências de produção mídia independente por jovens"."Nos interessa muito levar conhecimento ao maior numero possível de jovens e a proposta de um site que consegue conferir legitimidade a uma forma de expressão cultural independente e que sabe aproveitar os espaços dos meios de comunicação, em especial a Internet""O Bocada Forte é uma exemplo que certamente vai inspirar os jovens que participam do projeto na construção dos seus espaços na Internet". Completa Braga.Conjuntamente com as palestras, a equipe de colaboradores do Bocada Forte vem auxiliando e respondendo, por E-mail, ao questionamento de centenas de jovens, que, em suas oficinas lêem e discutem os artigos e matérias apresentados no site.
O Bocada Forte - um veículo totalmente independente e que luta para representar dignamente a cultura Hip-Hop em todo o país - sente-se orgulhoso e muito feliz em contribuir de forma direta na mudança de nossa sociedade, levando informação e cultura a quem vive à margem da sociedade.

[O graffiti que ilustra esse post é de Chivitz, publicado originalmente no site Bocada Forte]

22 janeiro 2006

Casa dos roncadores


Pessoal, eu e a Patrícia fomos hoje levar algumas coisas para o nosso "aparelho" no Embu.
O lugar fica numa rua tranquila a dez minutos do Centro da Juventude.
Os que quizerem passar noites tranquilas ao som da sinfonia de roncos que surge do além quando dormimos sob o mesmo teto (sim, porque ninguém admitiu até agora que ronca, embora pesem fortes suspeitas sobre o Batata e o Lúcio) basta levar um cochonete.
Aproveito para manifestar efusivos agradecimentos ao Paulo Lima, que emprestou o seu refugio familiar e ajudou uma parte da nossa equipe a se reestabelecer na atmosfera paradisíaca da Rua das Sete Casas.
Robson

21 janeiro 2006

Macunaíma - Herói do Brasil


Não deixem de dar uma olhada no blog do Macunaíma, cursista da turma T-14.
O garoto não é de brincadeira, tem talento inegável e uma grande personalidade.
Robson

20 janeiro 2006

Craques de A a Z


Craques de A a Z

Elson, goleiro de Venha Ver, Rio Grande do Norte, era cego. Mas compensava es­sa falta com sua audição extremamente apurada. Elson defendia de ouvido, escutando o assobio da bola no ar. Du­rante algum tempo ele fez muito sucesso, pois pressentia os efeitos da bola e não havia problema se sua visão estava encoberta. Porém, um dia, as torcidas adversárias perceberam a origem de seu talento e começaram a levar apitos para o campo. Elson teve que mudar de profissão. Hoje faz armações de óculos em Vista Alegre, interior de Goiás.

Felisberto, apesar do nome, era um infeliz, um pé-frio, um caipora. Nunca ganhou uma aposta e nem há loteria ou carteado em que tenha se dado bem. Até no par ou ímpar era um fracasso. Para ele, todos os jogos eram de azar. Porém, Felisberto era um excelente meia-direita. Fazia belos lançamentos, corria com elegância e driblava com facilidade. Sob seu comando, o Ferradura Atlético Clube invariavelmente chegava às finais da bela cidade de Xangrilá, Rio Grande do Sul. Mas aí, é claro, sempre perdia. Depois de 12 vice-campeonatos, os jogadores já estavam cansados do pé-frio de Felisberto e, dessa vez, antes que en­trassem em campo, decidiram que seu principal atleta ficaria no banco. Felisberto protestou, mas os argumentos e as cordas o fizeram aceitar a reserva. O Ferradura, é claro, conquistou a taça. E Felisberto, que nem tocara na bola, foi aclamado como o grande responsável pela vitória. Hoje, sempre que olha para aquele solitário troféu em sua estante, uma lágrima rola por sua face. E nin­guém sabe se é de tristeza ou de alegria.

Gancho, o goleiro, tinha esse nome por um motivo justo: em vez de mão, na ponta do braço direito possuía um gancho. Por causa disso ele jamais largava uma bola, pois elas sempre ficavam presas ao seu agudo espeto. O problema é que Gancho dava muito prejuízo ao seu clube, o Nova Iorque do Maranhão, e assim acabou sendo despedido. Para não se afastar totalmente do futebol, ele tentou ainda ser roupeiro, mas rasgava os uniformes, e massagista, mas rasgava os jogadores. Numa última tentativa foi ser juiz. Mas morreu em sua partida de estréia, quando, ao tentar puxar um cartão com a mão errada, o vermelho de seu sangue misturou-se ao do cartão.
(Blog do Torero)

[Ilustração do iraniano Hayat Roshanai]

Robson

19 janeiro 2006

Rachão


Atenção boleiros, peladeiros e afins (bebedores e bebedoras de cerveja inclusos)!!!!
Estamos levantando adesões para o rachão de quarta-feira, dez e meia da noite no Embu. Grama sintética, boa iluminação, ar fresco, boteco com cerveja gelada e petiscos e a oportunidade de assistir a uma aula do peladeiro mais classudo da várzea do juazeiro (esse humilde servo que vos tecla).
Lembro que os mortos, feridos e avariados poderão espichar a carcaça na casa que alugamos no centro do Embu (basta levar u cochonete).
Manifestem-se.
Robson (conhecido na várzea como Chicote).
[A imagem aí em cima é do iraniano Abolfazl Mohtarami]

18 janeiro 2006

Alunos especiais

Não é à toa que o termo "deficientes" foi substituído por "portadores de necessidades especiais". Abaixo um exemplo que solidifica tal afirmação:

Peço a três alunos sem qualquer tipo de necessidade especial que acessem o site do blogger. Em resposta ouço que digitam devagar, estão sem vontade e me pedem para acessar o site do Corinthians. Não contribuem em nada com o grupo e passam a aula toda em devaneio.
Em contrapartida, nossa aluna Marilena (Turma M3) chamou a atenção de todos os alunos presentes no laboratório. Embora não saiba seu diagnóstico, acredito que deva possuir algum tipo de deficiência mental. Mesmo assim, esta aluna sabe abrir sozinha o Paint, desenhar, pintar e fica eufórica com o resultado de suas próprias criações. Outro aluno, Alissom, embora menos produtivo, tem conseguido se comunicar melhor a cada dia que passa, evoluindo perceptivelmente.

Eis a produção destes alunos do dia de hoje:





Marilena feliz da vida criando (sozinha) a bandeira do Brasil.








Resultado final:


Alissom:



















E assim encerramos mais uma manhã no laboratório 3, onde novamente "ensinamos" o programado e aprendemos o que nem imaginávamos.

Fábio Camilo e Pedro Ferrarini - Lab 03

17 janeiro 2006

"A INVASÃÃOO"


Após um suculento almoço e antes de 'atacar' novamente no período da tarde, quem estava no nosso QG pode notar "A INVASÃO" do aluno Robson e também pode participar das suas brincadeiras e caretas, pois encontrava em cada um de nós um bom motivo para boas risadas.
Momento do diA!!!

Abraços
-PEDRO-

Jovem Artista!!!

Nas salas de Blog cada atividade é reflexo de uma boa preparação em sala e ou mediações externas que ainda somos incapazes de perceber em cada aluno. Porém ao acompanhar a turma M-8, mediador Edvan, consegui perceber que um aluno já sofreu mediações externas construtivas, pois nos trouxe seus grafites feitos em tela e com significados interessantíssimos.

O mesmo diz ter outros grafites expostos em Embú e em outros lugares.
Vale a pena conferir!!!

Abraços
-PEDRO-

Blogs - M13

Comunicação sem barreiras


Primeiro dia de aula.
Euforia por parte dos alunos: ansiosos por acessar a rede e se comunicar com o mundo.
Decepção.
"Estamos off-line" - explica o mediador com medo de ser jogado pela janela...
Improvisação. Aula teórica em pleno laboratório.
Tentativas de que o grupo participe, mas todos calados.
Ironicamente, a aluna que "mais fala", é muda. Me informa (via tradutora) sobre um site expecífico para deficientes auditivos (www.surdosol.com.br).
Dia seguinte. As oito da matina me deparo com um aluno no laboratório:
- Bom dia!
Sem responder, ele faz sinal de positivo, me cumprimenta e "diz" que é deficiente auditivo.
Lembro-me do site sugerido na aula anterior e acesso o mesmo.
Para minha surpresa, este aluno também conhecia o site. Encontramos o alfabeto de sinais e nos comunicamos através dele. Quebro uma barreira que hoje me fez ter dois novos amigos.

Acordando às quatro da manhã, saindo de Guarulhos e vindo ao Embú, estou aprendendo que ensinar é passar aos outros aquilo que sabemos e, em troca, aprender mais do que sabíamos.

Fábio Camilo

14 janeiro 2006

Reginaldo e Sérgio


Positivo-operante!!!!

Irani


Não se sabe se saiu de um quadro de Di Cavalcanti ou de uma canção de Dorival Caymmi.

Flávia


Num dia de sorte você pode receber um telefonema desses.

Wagner


O homem por trás das listas.

Isabel


A receita do café que serve aos cinco filhos que deixa em casa quando sai para o trabalho Isabel repete para os cinquenta que adotou recentemente.

Seu Elisiário


Ele cuida dos serviços gerais...
...e ainda mantém o Adauto na linha.

Renata


Agora dá pra entender a fila de marmanjos na secretaria.
Todos querem levar esse sorriso pra casa (além do passe pra voltar no dia seguinte).

Luana





Nova, crescente, cheia, minguante...
Luana em todas as fases.

Eliane


Foi dela a iniciativa de passar nas salas pedindo aos jovens para pensarem duas vezes antes de jogar o lixo no meio do patio. Espírito de educomunicadora, Eliane nos faz crer que teremos conseguido algo importante se daqui a alguns dias conseguirmos preservar o ambiente limpo.

HÉÉINNNN!!!!!!!


Na quinta-feira (12 de janeiro), estive no Centro de Juventude do Embu. Acompanhei a visita de um especialista em acústica de ambientes que estabeleceu um projeto para a solução do problema de acústica das salas de aula do piso inferior e do auditório. O projeto envolve a elevação das paredes das salas com gesso cartonado e palha de rocha e a instalação de exaustores para a ventilação. O profissional que visitou o local (Fábio...) enviará na segunda (dia 16) o orçamento que será avaliado pela coordenação do projeto Geração Cidadã (Nilton, Janaina, Luciana). Mas Nilton já revelou a intenção de realizar a reforma.
Segundo o profissional encarregado, a reforma poderia ser feita em dez dias, com o trabalho sendo executado no período da noite.
Robson.

GERABITES - BANCO DE IMAGENS


Abri um blog para publicar as fotos dos grupos. A intenção ter um banco de imagens de fácil acesso na hora de editar o blog de cada grupo. Cada grupo e cada cursista terá a sua foto no blog. Mas precisamos lembrar de levar câmeras digitais para agilizar o serviço. Alguém se propõe a levar câmera na segunda-feira????
Confira o gerabites
rOBSON.

AJUDA!!!!!!!

Será que alguém saberia restaurar o editor de postagens do nosso blog??? Vários dos botões de edição sumiram.
Antecipado, agradeço,
Robson.

Informe - O Bocada vem aí.


Ontem (sexta-feira, 13) estivemos reunidos com André e Dico, dois dos editores do site Bocada Forte. Acertamos os detalhes para a participação deles nas palestras que serão dadas a partir de terça-feira (17 de janeiro). Não temos dúvida de que a participação do pessoal do bocada dará um impulso extra ao ânimo de todos os grupos que participam do nosso curso.
Para aproveitar melhor essa semana de atividades, recomendamos aos mediadores que dêem uma nova olhada no roteiro de atividades e que não deixem de visitar o site do Bocada.

12 janeiro 2006

Mistério desfeito!!!


Nosso valoroso detetive Sherlocducom

descobriu o mistério que envolvia as andanças do gato que rondava nosso blog.
A postagem estava escondida em "rascunho".

Prontamente, nosso amigo Sherlocducom restaurou o "post" e descobriu uma novidade.
Um dos nossos alunos enviou um comentário, reclamando da ausência do seu blog:
Vejam:
V6 eskeceraum do + importanti:
Nóis do N4 grupo 5 (P.G.F)
Inclui nóis aê:
N4 http://www.pgfonline.blogspot.com
Valeuw BJÃO T+ Lia


Ou seja, nosso blog já está sendo acessado pela comunidade da Geração Cidadã!!! A teia está crescendo. Que maravilha!!!

postado por Salete

Cadê os blogs?????




Cadê os blogs???
O gato comeu???

Cadê o gato????


Que gato comeu meus endereços de blog???
Por que tanta fome? Sugestões para: salete.educom@gmail.com.

11 janeiro 2006

Novos BLOGS

Pessoal! Aqui estão alguns dos blogs do laboratório 1 (Luiz e Salete)
Aos poucos, vamos inserindo esse endereços do lado direito do blog.

M11-g4:http://mundotim.blogspot.com/

M11g3- toatoapontocom.blogspot.com

M14g1: http://www.taquase1.blogspot.com/

M14 g2: http://variedadesmusicais.blogspot.com

M14g3:

M1 g1: http://aajovem.blogspot.com

M1 g2: http://ccjovem.blogspot.com/

M1 g3: http://aprendizesembu.blogspot.com/

M4 g1: http://midiaticos.blogspot.com (ainda sem postagem)

M4 g2:

M4 g3: http://jmdgc.blogspot.com/

M6 g??: http://amigasdoembu.blogspot.com/

M6 g??: http://adresnalina.blogspot.com/ (sem postagem ainda)

M6 g??: http://despertarvida.blogspot.com/

09 janeiro 2006

PAPÉIS TROCADOS

M-13, PRIMEIRO DIA, SEGUNDA SEMANA, SALA 05, 10h45.
Cursistas trabalhando em seus respectivos grupos. Mediador aproveita o empenho coletivo e escreve o seu próprio endereço de e-mail na lousa improvisada.
MEDIADOR: Pessoal este é o meu endereço de e-mail. Para vocês se comunicarem comigo a qualquer momento e de qualquer lugar.
Cursistas: Que legal! Vou escrever mesmo, hein professor?
Percebe-se uma certa empolgação na turma. É quando uma cursista levanta a mão:
CURSISTA: Professor, você tem messenger?
MEDIADOR: Não.
Alguns cursistas frustrados, outros espantados: Não???
CURSISTAS (entre eles): Puxa... Ah! Que pena...
De repente, um cursista, ainda com esperança.
CURSISTA: E ORKUT? Você tem?
Mediador (como quem acaba de chegar com o saquinho de fubá e encontra a turma já comendo o bolo): Muito menos.
CURSISTAS (quase indignados): Ah! Professor, como assim? Não é possível. Mas, por que não?
MEDIADOR (tentando ainda ter amigos): São recursos modernos demais para mim. Quem sabe um dia...
CURSISTA (implacável): Você é do tempo do e-mail ainda, né professor?
MEDIADOR: ???

Wallace

A ÉTICA COMUNICACIONAL NA INTERNET

Por Dênis de Moraes
Professor da Universidade Federal Fluminense


O CÉREBRO PLANETÁRIO
As agudas mutações culturais que incidem sobre o nosso ser-estar na dobra do milênio requerem uma análise abrangente de questões relacionadas à ética comunicacional. Já não vivemos ao alcance apenas do rádio, da televisão, do jornal, da publicidade, do cinema e do vídeo. A era dos fluxos hipervelozes de informação reconfigura irreversivelmente o campo mediático. A força invisível dos circuitos integrados on-line ultrapassa toda e qualquer fronteira, numa rotação incessante.
A veiculação imediata e abundante não somente delineia modos singulares de produção e consumo de dados, imagens e sons, como propicia um realinhamento nas relações dos indivíduos com os aparelhos de enunciação. As máquinas de infoentretenimento reinventam-se como organismos de difusão simbólica, seja em decorrência da brusca aceleração tecnológica, ou pela possibilidade de se ajustar a vias de mão dupla no tráfego de mensagens.
Neste quadro de deslocamentos e rupturas, o fenômeno Internet precipita mudanças de paradigmas que podem ser absorvidas em sintonia com a idéia de humanização da sociedade. Na órbita da mega-rede digital, flutuam instrumentos privilegiados de inteligência coletiva, capazes de, gradual e processualmente, fomentar uma ética por interações, assentada em princípios de diálogo, de cooperação, de negociação e de participação.
(Leia a versão integral)

08 janeiro 2006

SEJA AUDACIOSO(A)


Não esqueça de baixar e experimentar o nosso editor de áudio.
Robson.

Manos e minas,
dêem uma olhada no Bocada Forte.
Tentaremos levar os editores desse site de responsa para uma conversa com o nosso público na semana IV.
Abraço,
Robson.

ESCRETE EDUCOM

Momento Calby


Cantei, cantei...
Como é cruel cantar assim
e num instante de ilusão
te vi pelo salão à caçoar de mim.

TIMÃO EÔÔÔ!

Com limão?????

06 janeiro 2006

Má que cosa!!!!!!!


Olá figuras.
Aguardo com ansiedade a nossa reunião de avaliação de amanhã. Andei fazendo um balanço pessoal esses dias. Ou foi um delírio provocado pela canseira ou cheguei à serena conclusão de que tem sido um prazer trabalhar com todos vocês. Durante todos esses dias não vi um único sinal que denotasse o mais leve traço de falta de compromisso de todos os integrantes da nossa equipe. Pelo contrário: todos têm se portado como guerreiros devotados e incansáveis e eu me sinto como o orgulhoso pajem de uma legião de escudeiros.
Hoje fomos ao Embu – eu, o Renato, o Luis e o Marciel. Ainda não foi dessa vez que vimos os equipamentos de rádio. A coisa começa a assumir ares picarescos. E se Deus resolveu quebrar o tédio de um paraíso de virgens arpejantes e tramou o roteiro de uma refilmagem d’O incrível exército de Brancaleone???? Cruz-credo. Meu pezim de arruda ta só o talo!!! Aconteceu o seguinte: pela manhã eu estava às voltas com as últimas revisões dos roteiros das semanas três e quatro. Liguei para o coordenador geral do proeto pela duzentézima-nonagésima-oitava vez e pedi para ele telefonar para a empresa que entregaria os equipamentos perguntando se eles realmente entregariam os equipamentos às três da tarde. Ainda esperando pela resposta que tardava, parti para o Embu. Buzão na Francisco Morato anunciando destino rumo ao Embu tem às pencas, mas uns vão pra Pirajussara, outros para o Engenho-não-sei-das-quantas... Depois de entrar e sair de uns cinco, aboletei-me no seguinte, disposto a tomar o cobrador como refém e obrigar o motorista a me levar até o Embu. Acho que ele pressentiu as minhas intenções homicidas e me levou até o Centro Velho. Cheguei. Chegaram também o Luis, o Marciel, o Renato. O equipamento é que não chegou, nem às três, nem às quatro, nem às cinco, nem às seis... Por telefone o Nilton descobriu que eles estavam a caminho, saindo de algum lugar na zona leste de São Paulo. O prédio já estava quase vazio. Explicaram-nos que estavam temerosos de serem assaltados novamente e que era melhor deixar tudo para outro dia. Para não perder a viagem, instalamos senhas de administrador em oitenta computadores (para evitar que as “crianças” baixem vídeo-games na hora das atividades de laboratório). O Nilton mandou que o caminhão voltasse do meio do caminho para o cafundó de onde tinha saído. E nós voltamos para casa, não sem antes fazer jus ao Rodo-anel – demos umas três voltas nele antes de encontrar a entrada para a Raposo Tavares.
E agora aqui estou eu, esse pajem escriba que fará muito bem se deixar de escrever asneiras e for reformular o roteiro da atividade de rádio para remediar a falta de equipamentos.
Abraço a todos,
Té manhã.
Robson.

05 janeiro 2006

Oi Pessoal!!!!

Teia

Oi Colegas, neste blog é minha estréia.
Sou Keyla Kenya e estou com a turma M7.
A turma é adorável!!! Super dinâmicos e rápidos têm sido um desafio maravilhoso trabalhar com eles.
(Eles fazem tudo rápido, entendem rápido e são trilegais!!!!)

Beijos e até o próximo!

Teia

Teia

Teste meu para publicar foto

04 janeiro 2006

Os primeiros BLOGS!!!

Estão saindo os primeiros blogs!

Hoje, pela manhã, (04/01) os jovens aprenderam a criar e-mails e inicaram a confecção dos seus primeiros blogs.
Aqui estão dois deles:



Vou incluir esses links como fixos do lado direito.
Maravilha!!!!
Salete

02 janeiro 2006

Enfim, 2006!!!!


A internet funcionou!!!

Finalmente conseguimos acesso à internet, agora pela manhã do dia 2 de janeiro.
As salas do laboratório, entretanto, estão com muitos problemas. Temos certeza de que serão resolvidos o mais breve possível.

Bom 2006, educomunicadores de Embu!!!,
Salete e Uilna